terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ah, os sonhos!


Era mais de meia-noite quando decidir ir deitar ...


Sempre acreditei que os sonhos possuem grande influência na nossa vida. Acredito que não só eu, mas também um indeterminado número de pessoas acham isso. É uma questão pessoal, que é influenciada pela crença de cada um. Acreditar, sim ou não? O caso estudado aqui é que todos sonham, isso não se pode - de maneira alguma - ser negado.

Eu revivi um ano no sonho dessa noite. É claro que não abrirei meus sonhos como uma página de um livro, pronta para ser lida aos quatro ventos, não. Sonhos são pessoais. São - quem sabe - desejos profundos adormecidos dentro de você, que são expostos na hora mais vulnerável do seu ser: o sono. Ou quem sabe então seja só uma grande sequência de fatos
sem sentido que sua mente projeta involuntariamente enquanto você cerra os olhos por horas. Quem sabe? Eu não sei.

Mas o fato não é esse, mesmo que, às vezes, eu queira entender a raz
ão desses sonhos serem projetados desse jeito pra mim. Erguendo o passado. Acho que são como todos os outros: sonhos de adolescentes, pobres adolescente
s que sonham.

Uma festa, um jardim grande e escuro fora dela. Duas pessoas conversam, e de repente, aquele desejo antigo - e quando digo antigo, é que o desejo foi de 2007, mais ou menos - acontece. Outra cena: uma sala de aula. Uma pessoa sem rosto olha pra mim, mas não consigo identificá-la. A única certeza que eu tinha é que essa pessoa me fazia um bem incríve
l quando me abraçava, o quê impressionava os outros alunos. Vai entender ...



O caso é que sonhos alimentam esperanças. Faz esquecer sentimentos antigos, porém tem a função de fazer renascer outros. É um momento em que sua mente se abre e projeta seus profundos desejos e medos, e sua única função é participar dele de forma quase inevitável e com uma função inexistente no mundo real.


Sonhe.

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