A felicidade segundo o Estoicismo
A felicidade segundo o Epicurismo
Minha visão sobre a Felicidade
Não sei e nunca soube definir a felicidade. Talvez a única certeza que eu tenho é que ela mora dentro de mim, porém são raros os momentos que ela se manifesta de verdade. Como se fosse um monstro adormecido, ela mora em mim, mas fica quieta.
Sempre a vi em pequenas coisas, nas coisas que passam despercebidas por quase todo o resto das pessoas: uma gota de chuva, uma névoa de inverno, ou o cheiro de café que se mistura com o de chuva numa tarde de inverno.
Não sinto felicidade em uma festa, por exemplo, porém confesso que posso enxergá-la vagamente em uma taça de vinho, com uma boa dose de juízo, por favor. Felicidade, talvez sinônimo de complexidade. É uma coisa pessoal, cada um tem a sua e o seu modo de vê-la – ou senti-la. O importante é se deixar inundar por ela, seja em um beijo especial, em uma estrela mais brilhante no céu, ou no espetáculo que o Sol dá enquanto nasce, mesmo que grande parte da sua platéia esteja durmindo enquanto ele faz tal show. Felicidade. "

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